
Sexo Blues
Camisa de Vênus
Provocação e liberdade em "Sexo Blues" do Camisa de Vênus
Em "Sexo Blues", o Camisa de Vênus explora o desejo sexual de forma direta e provocativa, desafiando abertamente os padrões morais conservadores. A repetição de frases como "eu tô afim" e a declaração "você me chama pervertido, mas eu só quero é lhe comer" deixam claro o tom irreverente da banda, que usa a sexualidade como forma de afronta e ironia diante do julgamento social. Essa postura é uma marca registrada do grupo, que sempre buscou chocar e questionar tabus.
A letra descreve cenas cotidianas – manhã no sofá, tarde na piscina, noite no cinema e madrugada na cama – para mostrar que o desejo está presente em todos os momentos. Metáforas como "rabo de sereia" sugerem sedução e fantasia, enquanto versos como "meu chiclete amolece mas o resto fica duro" usam o duplo sentido para misturar humor e sexualidade de maneira escancarada. O contexto histórico do Camisa de Vênus, conhecido por enfrentar censura nos anos 80, reforça o papel da música como manifesto pela liberdade de expressão e crítica à hipocrisia social. Assim, "Sexo Blues" vai além do tema do desejo, tornando-se um símbolo de resistência cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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