
Canção do Expedicionário
Canções de TFM
Identidade e saudade em “Canção do Expedicionário” durante a guerra
“Canção do Expedicionário”, interpretada por Canções de TFM, explora como a identidade nacional brasileira é formada a partir da diversidade de paisagens, culturas e sentimentos. A letra une elementos do cotidiano, como o “morro, do Engenho, das selvas, dos cafezais”, a símbolos literários e religiosos, criando um retrato afetivo do Brasil. As referências a Moema e Iracema, personagens indígenas de José de Alencar, reforçam a ideia de um país plural e evocam a saudade e o apego à terra natal, sentimentos intensificados pelo contexto da Segunda Guerra Mundial.
O refrão destaca o orgulho nacional e a esperança de retorno: “Por mais terras que eu percorra / Não permita Deus que eu morra / Sem que volte para lá / Sem que leve por divisa / Esse V que simboliza / A vitória que virá”. O “V” de vitória representa tanto o objetivo militar da Força Expedicionária Brasileira quanto o desejo pessoal de superação e reencontro com o lar. A menção à “casa branca da serra” e ao “luar do sertão” reforça o tom nostálgico e patriótico. As referências à Senhora Aparecida e ao Senhor do Bonfim mostram a fé como fonte de força e esperança para os soldados. Assim, a canção vai além de um hino militar, tornando-se um manifesto de amor à pátria, saudade e esperança coletiva pelo retorno e pela vitória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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