
Belos e Malditos
Capital Inicial
Juventude intensa e efêmera em “Belos e Malditos”
A música “Belos e Malditos”, do Capital Inicial, faz referência direta ao livro “Os Belos e Malditos”, de F. Scott Fitzgerald, e explora o tema da juventude vivida de forma intensa e cheia de excessos. A letra reflete sobre o desejo de aproveitar cada momento ao máximo, mesmo sabendo que isso pode trazer consequências negativas. O verso “Os últimos a sair / Os primeiros a morrer” resume essa ideia de viver tudo sem limites, assumindo riscos e aceitando a possibilidade de um fim precoce, assim como acontece com os personagens do romance de Fitzgerald.
O refrão “De bar em bar” reforça o cenário noturno e urbano, sugerindo uma rotina de festas e tentativas de escapar do tédio. A música também critica uma sociedade apática, destacando que esses “belos e malditos” são “culpados por viver / Num mundo feito de tédio / Cego para o poder”. A letra mostra que, ao desafiar as regras e buscar intensidade, esses jovens acabam sendo vistos como “malditos”, mas também se tornam figuras fascinantes. A dualidade entre “drama e carnaval” e “o bem que vem do mal” revela a complexidade desses personagens, que brincam com o perigo (“Eles brincam com fogo / Sabem queimar”) e, ao mesmo tempo, podem ser fonte de inspiração para outros (“anjos para alguém”). Assim, a canção equilibra o fascínio e a melancolia ao mostrar tanto o encanto quanto o preço de uma vida vivida sem reservas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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