
Tempo Perdido
Capital Inicial
Reflexão sobre o tempo e juventude em “Tempo Perdido”
A versão de “Tempo Perdido” gravada pelo Capital Inicial com Lenine destaca a relevância da música ao aproximar diferentes gerações do rock brasileiro. A canção aborda de forma direta a passagem do tempo e a importância de valorizar o presente. O verso “Não tenho mais o tempo que passou / Mas tenho muito tempo: / Temos todo o tempo do mundo” mostra claramente a dualidade entre a perda do passado e a esperança no futuro, transmitindo uma mensagem otimista mesmo diante da nostalgia.
A letra enfatiza a necessidade de viver intensamente, como em “sempre em frente, / Não temos tempo a perder”, incentivando o ouvinte a não desperdiçar oportunidades. O trecho “Nosso suor sagrado / É bem mais belo que esse sangue amargo” valoriza o esforço diário e a busca pela felicidade, em contraste com o sofrimento. Imagens como “o sol dessa manhã tão cinza” e “a tempestade que chega” sugerem que, mesmo em tempos difíceis, é possível encontrar esperança e beleza, especialmente quando se compartilha a vida com alguém. O refrão “Somos tão jovens” reforça que a juventude é mais uma atitude do que uma questão de idade, marcada pela vontade de recomeçar e pela recusa em considerar o tempo vivido como perdido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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