
Fantasmas
Capital Inicial
Juventude e desilusão em "Fantasmas" do Capital Inicial
"Fantasmas", do Capital Inicial, faz uma crítica direta à apatia e ao vazio sentidos por parte da juventude brasileira nos anos 80, período de grandes mudanças políticas e sociais. O trecho “O sexo não te faz falta / Nenhuma droga te atrai / Você está sempre com calma / Você tem calma demais” mostra uma geração que, após anos de repressão, parece anestesiada e distante de experiências intensas. O uso repetido da palavra “calma” reforça a ideia de uma tranquilidade artificial, que esconde a falta de engajamento e de paixão.
A letra também menciona a perda de amigos em “outros conflitos”, referência clara aos anos de ditadura militar e às lutas políticas do Brasil. Quando diz “Você não quebrará / A corrente que te prende a tua ilusão / A liberdade que você sente é acomodação”, a música denuncia a falsa sensação de liberdade, mostrando que muitos apenas se conformam com a situação. O termo “fantasmas” funciona como metáfora para ilusões, memórias e traumas que impedem mudanças reais. Assim, a canção retrata uma juventude desiludida, presa a padrões de acomodação e marcada pela dificuldade de transformação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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