
Las Rejas No Matan
Carín León
Dor da traição supera prisão em "Las Rejas No Matan"
Em "Las Rejas No Matan", Carín León explora como a dor emocional pode ser mais intensa do que o sofrimento físico. A música destaca que, para o narrador, a traição da pessoa amada é uma prisão muito mais cruel do que as grades reais. Isso fica claro no verso “Las rejas no matan, pero sí tu maldito querer” (As grades não matam, mas sim o seu maldito amor), que resume o sentimento de que o verdadeiro tormento não está na privação da liberdade, mas no abandono e na deslealdade de quem se ama.
A letra é direta e melancólica ao mostrar o desespero de alguém que, mesmo preso, sofre mais com as dúvidas e imagens dolorosas sobre o paradeiro da pessoa amada. Perguntas como “¿Qué rumbo tomaste, mi vida?” (Que caminho você tomou, minha vida?) e “¿Qué labios te cierran los ojos?” (Quais lábios fecham seus olhos?) revelam a angústia de imaginar a amada com outro. Memórias de intimidade, como “los ojos que a besos cerré” (os olhos que fechei com beijos), se transformam em lembranças dolorosas. Composta por Tomás Méndez, a canção reforça um tema recorrente em sua obra: o sofrimento causado pela traição. Assim, "Las Rejas No Matan" usa a metáfora da prisão para mostrar que as dores do coração podem ser mais devastadoras e duradouras do que qualquer castigo físico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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