
Jarro da Saudade
Carmen Costa
Perda e saudade em "Jarro da Saudade" de Carmen Costa
Em "Jarro da Saudade", Carmen Costa utiliza imagens simples, mas marcantes, para abordar a dor da perda e o peso da saudade. O verso “Eu quebrei o jarro e matei a flor” vai além do literal: o jarro de barro e a flor representam sentimentos e relações que, uma vez danificados, não podem ser restaurados. O jarro funciona como um símbolo do cuidado dedicado a algo ou alguém, enquanto a flor morta evidencia o fim desse vínculo. A saudade, mencionada como algo plantado no jarro, reforça a ideia de que o sentimento era cultivado e valorizado, tornando a perda ainda mais dolorosa.
O refrão “Que maldade! Que maldade!” repete o lamento e destaca o arrependimento e a culpa, emoções presentes em muitos sambas-canção dos anos 1950. Lançada em 1957, a música reflete o contexto da época, em que temas como desilusão amorosa e sofrimento eram comuns. A interpretação emotiva de Carmen Costa potencializa a mensagem da letra, tornando "Jarro da Saudade" um retrato sensível da fragilidade dos afetos e da inevitabilidade da saudade diante do que se perdeu. A canção permanece atual ao mostrar como pequenas ações podem ter consequências profundas nos sentimentos humanos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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