
Jujuy Estrellado
Cazzu
Empoderamento e tradição em "Jujuy Estrellado" de Cazzu
Em "Jujuy Estrellado", Cazzu assume o papel de "La Diabla" durante o Carnaval de Jujuy, desafiando uma tradição historicamente masculina e transformando a figura do diabo em símbolo de liberdade e empoderamento feminino. Ao se disfarçar de "diabla" para buscar um antigo amor, a artista subverte expectativas e coloca a mulher como protagonista ativa de sua própria história. O Carnaval, citado no verso “Ay, ¿qué será? Si vuelvo pa'l carnaval, si me disfrazo de diabla y después te salgo a buscar” (Ai, o que será? Se eu voltar para o carnaval, se eu me fantasiar de diabla e depois sair para te procurar), deixa de ser apenas cenário e se torna metáfora para a possibilidade de reviver paixões e desafiar normas sociais.
A letra mistura nostalgia e desejo não resolvido, como nos versos “Sé que tú aún me esperas y que sueñas conmigo” (Sei que você ainda me espera e que sonha comigo) e “Nunca te he olvidado” (Nunca te esqueci). Termos carinhosos como “negrito” e “norteñito lindo” reforçam a intimidade e a conexão com as raízes regionais de Cazzu. As referências à paisagem e à cultura local, como San Pedro e o vento (“el huayra”), transportam o ouvinte para o universo afetivo da artista. A repetição de “No te hagas de rogar” (Não se faça de difícil) revela uma esperança persistente de reconciliação, enquanto Cazzu reafirma sua identidade e autonomia ao se colocar no centro da narrativa, tanto na música quanto no visual.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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