
Guantanamera
Celia Cruz
Valores cubanos e identidade em "Guantanamera" de Celia Cruz
Em "Guantanamera", Celia Cruz transforma a canção em uma expressão profunda dos valores e da identidade cubana, indo além de uma simples homenagem a uma mulher de Guantánamo. O refrão repetitivo – "Guantanamera, guajira guantanamera" – não apenas faz referência a uma mulher do interior de Cuba, mas também se tornou um símbolo da ligação do povo cubano com sua terra e suas raízes.
A letra destaca elementos da paisagem e da cultura cubana, como em "Recuerdo aquel murmurillo / Del río, junto al cohío / Que era una estampa cubana" (Lembro daquele murmúrio / Do rio, junto ao casebre / Que era uma cena cubana), transmitindo nostalgia e orgulho das origens rurais. O trecho "La libertad fue un trofeo / Que nos conquistó al bambi / Con el verbo de Martí / Y el machete de Maceo" (A liberdade foi um troféu / Que conquistamos ao amanhecer / Com as palavras de Martí / E o facão de Maceo) faz referência direta à luta pela independência de Cuba, homenageando figuras históricas como José Martí e Antonio Maceo. Os versos retirados dos "Versos Sencillos" de Martí, como "Yo soy un hombre sincero..." (Eu sou um homem sincero...) e "Cultivo una rosa blanca..." (Cultivo uma rosa branca...), trazem mensagens universais de honestidade e fraternidade, ampliando o alcance emocional da música. A interpretação vibrante de Celia Cruz consolidou "Guantanamera" como um hino não oficial de Cuba, celebrando a cultura e os valores do povo cubano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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