
Que Nem a Gente
Celso Viáfora
Humanidade e diversidade em “Que Nem a Gente” de Celso Viáfora
“Que Nem a Gente”, de Celso Viáfora, destaca-se por abordar de forma direta e bem-humorada os estereótipos que costumam rotular pessoas e grupos sociais. Logo no início, Viáfora desafia ideias preconcebidas ao afirmar: “favelado não é tudo traficante” e “milionário não é tudo prepotente”, mostrando como julgamentos simplistas ignoram a complexidade de cada indivíduo. O refrão, “todo mundo é meio assim que nem a gente: tudo igual mas muito diferente”, resume a mensagem principal da música: apesar das diferenças visíveis, existe uma humanidade compartilhada que nos aproxima, mesmo que cada um tenha sua singularidade.
O contexto do álbum “Batuque de Tudo” reforça essa celebração da diversidade e da miscigenação, temas recorrentes na obra de Viáfora. Ao citar exemplos do cotidiano, como “muçulmano não é tudo terrorista” ou “cientista não é, necessariamente, tudo inteligente”, o compositor evidencia como preconceitos atravessam diferentes esferas sociais, culturais e profissionais. A letra, com tom informal e reflexivo, convida o ouvinte a reconhecer seus próprios preconceitos e a enxergar o outro com mais empatia. No final, a música propõe uma visão de mundo mais aberta, onde as diferenças são valorizadas e a igualdade fundamental é reconhecida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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