Bombas e armas alicerces da destruição
Patentes e divisas fazem juz a distinção

O pombo da paz não significa nada
O corvo da guerra é quem manda...
Na terra

Vida maldita daqueles que só ditam
O que fazer para deles sobreviver

O pombo da paz não significa nada
O corvo da guerra é quem manda...
Na terra

À sombra do tempo e do vento que passou
Entre os soldaos e a fúria que os
Levou para marchar
Em cumprimento de sua missão
Como andarilhos que vagueiam ao luar
Sozinhos pensando se um dia vão
Voltar a reecontrar
Seu próprio lar,
Seu próprio lar

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