
Velha Porteira (part. Lourenço e Lourival)
Cezar e Paulinho
Memórias e saudade em “Velha Porteira (part. Lourenço e Lourival)”
Em “Velha Porteira (part. Lourenço e Lourival)”, Cezar e Paulinho utilizam a imagem da porteira antiga como um símbolo marcante das origens e da infância do narrador. O reencontro com a porteira, agora desgastada e caída, reflete não só as mudanças físicas do local, mas também a distância emocional em relação ao passado. O contexto do álbum “Alma Sertaneja II”, que homenageia as raízes da música sertaneja, reforça o tom de respeito às memórias e tradições, mostrando que a canção é também um tributo à preservação da cultura e das lembranças do interior.
A letra narra o retorno do protagonista à fazenda onde cresceu, motivado pela vontade de reviver momentos e reencontrar pessoas queridas. No entanto, ele encontra um cenário transformado: “Quase todos dali se mudaram / E a velha colônia deserta ficou”. A frustração ao perceber que os antigos amigos mudaram e nem o reconhecem mais intensifica o sentimento de melancolia. A porteira, antes cheia de vida, agora “no solo caída”, simboliza a saudade de um tempo que não volta. O trecho final, “Porteira, na realidade / Você é a saudade / Do tempo da infância / Que não volta mais”, resume o tema central da música: a dor e a beleza de recordar um passado que permanece apenas na memória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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