
Pra Bailar de Cola Atada
César Oliveira e Rogério Melo
Tradição e romance nos bailes em “Pra Bailar de Cola Atada”
“Pra Bailar de Cola Atada”, de César Oliveira e Rogério Melo, retrata com leveza e autenticidade o ambiente dos bailes gaúchos, mostrando que eles são mais do que festas: são espaços de encontro, cortejo e celebração das tradições do Rio Grande do Sul. O título faz referência ao modo de dançar "de cola atada", em que o casal dança bem próximo, simbolizando tanto a intimidade quanto a forte ligação cultural entre os participantes. Termos como "mangueira", "peão", "china" e "cordeona" reforçam o cenário rural e a vida campeira, transportando o ouvinte para o universo dos bailes do interior, onde música e dança são centrais para a socialização e o romance.
A letra mistura humor, desejo e respeito às tradições. O verso “E se não souber dançar ensino e não cobro nada” destaca a hospitalidade e o jeito brincalhão do gaúcho. Já “Pois sou do tempo que os homem ainda gostavam de mulher” traz uma visão nostálgica e tradicional sobre os valores do passado. O clima de conquista e paquera aparece em vários momentos, especialmente quando o narrador se aproxima da “china mais linda” e faz juras de amor, sempre com espontaneidade e um toque de malícia, como em “Não me tenteia morena que tu é flor cheia de espinho / E eu tô loco de vontade de te arrastar pra o meu ninho”. Assim, a canção celebra o romantismo, a alegria dos bailes e o orgulho das raízes gaúchas, sendo um retrato fiel da cultura e dos sentimentos do povo do sul do Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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