
Depois da Lida
César Oliveira e Rogério Melo
Cotidiano e afeto no lar em “Depois da Lida”
“Depois da Lida”, de César Oliveira e Rogério Melo, destaca como gestos simples do dia a dia, como preparar o chimarrão e receber alguém com um sorriso, ganham significado especial no contexto da vida rural gaúcha. O verso “amargo bem cevado” não se refere apenas à bebida tradicional, mas simboliza o cuidado, a hospitalidade e o carinho presentes na rotina do casal, elementos centrais da cultura do Rio Grande do Sul.
A letra valoriza o reencontro diário após o trabalho no campo, mostrando como pequenas gentilezas e o aconchego do lar renovam as energias. O trecho “me sinto um menino quando estou no aconchego dos seus braços” evidencia o poder restaurador do afeto e reforça que a verdadeira riqueza está nos laços familiares. A música também sugere uma sensualidade sutil e respeitosa, como em “ela insinua que existe uma mulher toda minha dentro do vestido”, mostrando que o desejo e a intimidade fazem parte dessa convivência, mas sempre de forma delicada. Assim, “Depois da Lida” celebra o cotidiano rural, o valor do reencontro e a força do amor simples, que sustenta e dá sentido à vida a dois.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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