
Paleteada
César Oliveira
Tradição e identidade gaúcha em “Paleteada” de César Oliveira
A música “Paleteada”, de César Oliveira, ressalta a importância da relação entre homem e cavalo no cotidiano do campo e na formação da identidade cultural gaúcha. Ao citar detalhes como “gateado frente aberta” e “mouro marca de H”, a letra valoriza as características únicas de cada cavalo, mostrando que esses animais são parte fundamental da lida campeira. O uso de termos regionais e expressões como “repontemo até o rodeio” reforça o orgulho e a autenticidade das tradições do sul do Brasil, aproximando o ouvinte do universo rural gaúcho.
A canção também faz referência às origens históricas da paleteada, mencionando “escaramuças” e a separação de tropas em “machaços atropelos”. Isso evidencia que a prática vai além do manejo de gado, representando bravura, habilidade e resistência dos gaúchos. O refrão, ao dizer “de à cavalo não refugo / embora o tempo desabe”, transmite a ideia de perseverança diante das dificuldades, um valor essencial para quem vive no campo. Dessa forma, “Paleteada” celebra não só uma técnica tradicional, mas também o espírito resiliente e a paixão pela cultura gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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