
Na Boca da Noite
César Oliveira
Tradição e amor no entardecer em “Na Boca da Noite”
“Na Boca da Noite”, de César Oliveira, retrata o entardecer como um momento especial em que tradição, desejo e pertencimento à cultura gaúcha se encontram. A música utiliza expressões regionais como “zaino” e “pala”, que reforçam a identidade do personagem e transportam o ouvinte para o universo do campo sulista. O cavalo zaino, por exemplo, não é apenas um meio de transporte, mas um verdadeiro companheiro e símbolo da vida campeira.
A letra apresenta um gaúcho solitário, mas cheio de esperança, que atravessa a paisagem ao anoitecer para encontrar sua amada. O verso “campear a chinoca e roubar-lhe um beijo” destaca o romantismo simples e direto das canções nativistas, enquanto “a felicidade que tanto preciso achei no sorriso que deus deu pra ela” mostra como o amor é fonte de realização. O desejo de construir uma família e manter as tradições aparece em “pra ser minha dona e cuidar um ranchinho e de um pichonzinho que herdará minhas garras”, conectando o sentimento pessoal à continuidade da cultura gaúcha. Assim, a música celebra o amor, a vida no campo e o orgulho de ser gaúcho, tudo envolto na atmosfera tranquila do entardecer.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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