
Metendo Ficha
César Oliveira
Tradição e superação no cotidiano de “Metendo Ficha”
A música “Metendo Ficha”, de César Oliveira, retrata o cotidiano do gaúcho como um espaço de pertencimento, tradição e superação. O ato de “mateando pelo galpão” não é apenas um costume, mas um símbolo de identidade e ligação com a terra e a comunidade. O trabalho rural, expresso em “Eu colho aquilo que planto / Cuidando do campo”, vai além da sobrevivência: representa dedicação, recompensa e o valor de cada gesto no ciclo da vida no campo.
A letra também mostra como o gaúcho lida com as emoções, usando a natureza como apoio para enfrentar dificuldades. Em “Eu baldo as vistas lá fora / Botando pra fora as mágoas sem serventia”, o campo se torna um aliado no alívio das tristezas. O vínculo com os cavalos, “os mesmos cavalos que encontro pelas porfias”, reforça o companheirismo e a continuidade, aspectos centrais da cultura gaúcha. Mesmo diante da melancolia, como em “o tempo é feio e anda de rengueá cusco / Cortando pelo meio um coração gaúcho”, a resiliência se destaca. A gaita, “num vale-quatro amigo”, segue “de peito inflado amadrinhando o ouvido”, simbolizando a força e a esperança. Assim, a música valoriza a simplicidade, a força emocional e a capacidade de superar desafios, celebrando tanto os momentos felizes quanto os difíceis na vida do gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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