
Guri do Campo
Cristiano Quevedo
Memórias e saudade em "Guri do Campo" de Cristiano Quevedo
"Guri do Campo", de Cristiano Quevedo, aborda o contraste entre a vida rural e a urbana a partir do olhar de um jovem que deixa o campo para viver na cidade. A letra destaca o esforço de preservar a identidade e as tradições gaúchas mesmo diante da urbanização. Isso fica claro nos versos: “Ainda canto milongas no violão, que é mais um vício / E busco na janela a inspiração / Falando de um galpão neste edifício”. O "galpão" representa o universo rural e suas lembranças, enquanto o "edifício" simboliza o novo ambiente urbano, mostrando como o personagem tenta manter suas raízes mesmo em meio à mudança.
O tom nostálgico aparece quando o personagem percebe que, apesar de manter costumes e valores do campo, algo fundamental se perdeu: “Apenas o meu verso é que mudou / De doce se amargou / Chorou infância”. Esses versos expressam a saudade e a sensação de perda da simplicidade e inocência da infância no interior. A música funciona como um tributo à resistência cultural e à busca por pertencimento, mostrando a luta para manter vivas as raízes do campo enquanto se enfrenta os desafios e as saudades da vida urbana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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