
LA VOZ (part. Gabriella Olivo)
Cruzito
Orgulho e identidade cultural em “LA VOZ (part. Gabriella Olivo)”
Em “LA VOZ (part. Gabriella Olivo)”, Cruzito destaca com clareza o orgulho de suas raízes Garifuna e sua experiência como imigrante. No trecho “La H no es muda no olvido mi sangre / Garifuna Caribbean Baile / Llegue a norte America / Para cambiar el sonido de la calle” (O H não é mudo, não esqueço meu sangue / Baile Garifuna Caribenho / Cheguei à América do Norte / Para mudar o som das ruas), o artista afirma sua identidade hondurenha e caribenha, mostrando como sua chegada à América do Norte trouxe uma nova influência musical para Montreal. Ele amplia esse sentimento ao citar povos indígenas como Inca, Maya, Taino e Mapuche, reforçando a ideia de diversidade e coletividade cultural presente na música.
A canção celebra a música como força de união e expressão coletiva, como nos versos “Que baile toda mi gente / Que lo grite todo el pueblo” (Que toda a minha gente dance / Que todo o povo grite). Cruzito valoriza o ritmo, a voz e o som como formas de resistência e afirmação, conectando tradição e modernidade ao mencionar influências como Tego Calderón e instrumentos tradicionais, como guira, baixo e bongo. O refrão “También tengo la voz” (Também tenho a voz) destaca a voz como símbolo de representatividade e liderança. A música transmite uma atmosfera de celebração, orgulho e pertencimento, incentivando a união e a valorização das origens, ao mesmo tempo em que abraça a mistura de estilos e a evolução musical que marcam a trajetória de Cruzito.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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