
Rancho da Praça Onze
Dalva de Oliveira
Memória e celebração carioca em "Rancho da Praça Onze"
"Rancho da Praça Onze", interpretada por Dalva de Oliveira, resgata a importância simbólica da Praça Onze para o Rio de Janeiro, mesmo após sua demolição. O verso “A Praça existe alegre ou triste / Em nossa imaginação” mostra como o local permanece vivo na memória coletiva, representando alegria, tradição e a identidade carioca. A canção transforma a praça em um símbolo cultural, reforçando seu papel como berço do samba e do carnaval, elementos fundamentais da cultura popular do Rio.
A letra também destaca a ligação entre a Praça Onze e o espírito festivo da cidade ao afirmar: “Do carnaval a própria vida / Tudo é sempre carnaval”. Aqui, a música sugere que a celebração e a resistência cultural fazem parte do cotidiano carioca. O convite para “mostrar da vida o que faz bem” e “deixar a vida toda azul” expressa o desejo de espalhar otimismo e alegria, valores associados ao carnaval e à convivência nas praças. Ao mencionar o “Rio quatrocentão”, a canção amplia o sentimento de pertencimento, conectando a Praça Onze à história e à diversidade do Rio de Janeiro. Assim, "Rancho da Praça Onze" eterniza a praça como um espaço de união, saudade e celebração, fundamental para a construção da identidade carioca.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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