
Olhos Verdes
Dalva de Oliveira
A brasilidade e ancestralidade em “Olhos Verdes” de Dalva de Oliveira
“Olhos Verdes”, interpretada por Dalva de Oliveira, destaca-se por transformar a contemplação dos olhos de uma mulher negra em um símbolo de brasilidade, sensualidade e ancestralidade. A letra utiliza metáforas como “da cor do mar, da cor da mata” para associar a beleza dos olhos verdes à natureza exuberante do Brasil. Além disso, referências como “remota batucada” e “cadência bem marcada” remetem diretamente às raízes afro-brasileiras e à cultura das baianas, celebrando a influência negra na música e nos costumes nacionais.
A canção também explora o fascínio e o mistério desses olhos, descritos como “cismadores e fatais”, sugerindo um poder de sedução irresistível. O verso “num beijo ardente e perfumado / conserva o travo do pecado / dos saborosos cambucais” utiliza imagens sensoriais para associar o beijo ao sabor do cambucá, fruta típica brasileira, reforçando a ideia de prazer e tentação. Dessa forma, “Olhos Verdes” vai além de um simples elogio à beleza física: é uma exaltação da mulher negra, de sua cultura e sensualidade, elementos que Dalva de Oliveira interpreta com intensidade e emoção, tornando a música um marco atemporal da música popular brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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