
Três Vozes
Daniela Mercury
Homenagem aos blocos afro em “Três Vozes” de Daniela Mercury
A música “Três Vozes”, de Daniela Mercury, é uma homenagem direta e carinhosa aos blocos afro de Salvador, especialmente Ilê Aiyê, Didá e Olodum. Nos versos “Olodum, te amo! Ilê, te amo!... Didá, te amo! Neguinho, te amo!”, a artista expressa seu reconhecimento e admiração por essas instituições, que são fundamentais para a valorização da cultura afro-brasileira e para a resistência por meio da arte. Ao citar explicitamente os nomes dos blocos, Daniela reforça o papel deles na construção da identidade musical baiana e na preservação da ancestralidade negra.
A letra destaca a importância dos tambores e da musicalidade como formas de união e expressão coletiva, tanto nos momentos de alegria quanto de tristeza: “São três vozes de uma gente / Que assim solta a garganta / Quando triste ou se contente / Bate o seu tambor e canta”. Trechos como “três negros sotaques, da língua do carnaval” e “música de preto” evidenciam o orgulho e a valorização da identidade afro-brasileira. A frase “somos todos um!” resume o espírito de coletividade e pertencimento promovido pelos blocos. O contexto familiar da composição também sugere a transmissão de valores e tradições entre gerações, tornando “Três Vozes” um tributo à força, à união e à continuidade da cultura negra na Bahia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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