
Próprias Mentiras
Deborah Blando
Superação de padrões familiares em “Próprias Mentiras”
“Próprias Mentiras”, de Deborah Blando, explora o processo de romper com padrões e expectativas impostos por figuras de autoridade, especialmente quando essas pessoas projetam suas próprias inseguranças. O verso “Infelizmente foi em você que eu me espelhei” mostra uma autocrítica sincera, em que a protagonista reconhece ter seguido exemplos que agora percebe como inadequados. A ligação da música com a personagem Íris, da novela “Laços de Família”, reforça esse tom de desabafo e busca por autonomia, já que a personagem também enfrentava conflitos familiares e tentava se afirmar diante das pressões do ambiente em que vivia.
A letra utiliza metáforas diretas para expor a hipocrisia de quem julga sem reconhecer os próprios erros, como em “Mais fácil julgar do que ter que olhar pras próprias mentiras”. O refrão reforça essa ideia, mostrando a dificuldade de encarar as próprias falhas e a tendência de projetar julgamentos nos outros. Ao dizer “Não sou ovelha negra, nem qualquer menina”, Deborah Blando rejeita rótulos e afirma sua identidade, recusando ser definida pelas expectativas dos outros. O trecho “Aprendi a dizer não, já chegou a hora de me libertar” resume o espírito de emancipação da música, marcando o momento em que a protagonista assume o controle da própria vida e se liberta das cobranças e ilusões impostas por terceiros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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