
A Maçã
Deborah Blando
Liberdade e desejo em "A Maçã" de Deborah Blando
"A Maçã", interpretada por Deborah Blando, questiona de forma clara a ideia de exclusividade nos relacionamentos amorosos. Usando a metáfora da maçã, a música sugere que o desejo não se limita a uma única pessoa, assim como quem gosta de uma maçã pode gostar de todas, pois "todas são iguais". Essa metáfora, criada originalmente por Raul Seixas, Paulo Coelho e Marcelo Motta, propõe uma reflexão sobre a liberdade no amor e a natureza do desejo humano, desafiando padrões tradicionais de monogamia e posse afetiva.
A letra também aborda o conflito entre o desejo de exclusividade e a compreensão de que o amor verdadeiro só existe em liberdade. No trecho “Amor só dura em liberdade / O ciúme é só vaidade / Sofro mas eu vou te libertar”, a canção reconhece o sofrimento causado pelo ciúme, mas valoriza o ato de libertar quem se ama como uma demonstração de maturidade e respeito. Ao dizer “Quando eu te escolhi / Para ficar junto de mim / Eu quis ser tua alma / Ter teu corpo / Tudo enfim / Mas compreendi / Que além de dois existem mais”, a música admite o impulso inicial de posse, mas evolui para uma aceitação de que o amor não deve ser uma prisão. A versão de Deborah Blando mantém essa essência, destacando a coragem de abrir mão da posse em nome da liberdade, mesmo que isso vá contra expectativas sociais ou pessoais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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