
Top Off (feat. JAY-Z, Future & Beyoncé)
DJ Khaled
Luxo e desafio em “Top Off (feat. JAY-Z, Future & Beyoncé)”
A imagem de “tirar o teto do Maybach” funciona como metáfora de abolir limites. Em “Top Off (feat. JAY-Z, Future & Beyoncé)”, Future puxa esse fio: acelera “sem cinto”, debocha da polícia em “I see the po-po behind me, ain’t gon’ stop” (Vejo a polícia atrás de mim, não vou parar) e faz trocadilho em “V12, see ya, 12” (V12, até mais, polícia). O refrão mistura ostentação e ameaça — “let the money talk, let the Uzi shoot” (deixe o dinheiro falar, deixe a Uzi atirar) e “fuck these cops” (que se danem esses policiais) — enquanto o grito “Free Meek Mill” (Libertem Meek Mill) ancora a bravata num comentário sobre justiça criminal. O selo de DJ Khaled (“We The Best Music” — Nós somos a melhor música) reforça a moldura grandiosa dessa colaboração de 2018.
JAY-Z amplia o vocabulário do luxo para sinalizar poder e raridade: Patek Philippe sem pedras, mas “complicated” (complicações), vinho Dujac em magnum, conta de 91 mil atribuída a “Juan” (referência ao parceiro Juan Pérez) e a citação a Prince em “raspberry beret… the kind you find in a second-hand store” (boina framboesa, do tipo que você encontra num brechó). Ele costura legado e ameaça em “Me and Blue havin’ a sing off” (Eu e a Blue fazendo um duelo de canto) e “Save your breath… I’ll kill that fuckboy with my own hand” (Poupe o fôlego... vou matar esse otário com minhas próprias mãos). Beyoncé assume o controle: “I’m the only lady here, still the realest nigga in the room” (Sou a única mulher aqui, ainda a mais autêntica da sala); mistura alta elite e performance — “Ridin’ ’round town with the FLOTUS” (Rodando pela cidade com a primeira-dama), “1.5 for the Landaulet” (1,5 milhão pelo Landaulet), “I break the internet / I’m a triple threat” (Eu derrubo a internet / sou uma artista completa) e “They gon’ have to sign a non-disclosure” (Eles vão ter que assinar um acordo de confidencialidade) — evocando o clima libertino do Freaknik. Apesar de críticas mistas e desempenho moderado, a faixa se sustenta como vitrine de status, liberdade e provocação, com “top off” como metáfora central de tirar o teto e impor o próprio ritmo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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