
Por Amor Ao Forró
Dominguinhos
Superação e raízes nordestinas em “Por Amor Ao Forró”
“Por Amor Ao Forró”, de Dominguinhos, retrata a trajetória marcada por desafios e superação, sempre movida pela paixão pelo forró. A letra traz experiências reais do artista, como em “Já rasguei o couro da zabumba, a sanfona já desafinei / Joguei minha sorte na estrada, já andei na poeira, no sol”, mostrando as dificuldades enfrentadas por músicos nordestinos que percorrem grandes distâncias e lidam com condições adversas para manter viva a tradição do forró. Esses versos refletem tanto a vivência de Dominguinhos quanto a de Pinto do Acordeon, ambos profundamente ligados à cultura popular do Nordeste.
O orgulho das raízes aparece em “Minha terra tem tanto poeta, poesia faz parte de mim”, destacando a riqueza cultural nordestina. Já “A sanfona sempre foi minha dona, me conhece tim tim por tim tim” mostra a relação íntima do artista com seu instrumento, tratado quase como uma extensão de si mesmo. A infância humilde é lembrada em “Eu nasci numa casa de taipa, o meu berço foi um caçuá”, conectando a história pessoal do compositor à realidade de muitos nordestinos e valorizando a simplicidade das origens. O desejo de “voltar e fazer uma seresta” em sua terra natal expressa saudade e celebração da identidade, mostrando que todo o esforço dedicado ao forró é, acima de tudo, uma homenagem à vida e à cultura nordestina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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