
Retrato da Vida
Dominguinhos
Solidão e esperança no sertão em “Retrato da Vida”
“Retrato da Vida”, interpretada por Dominguinhos e composta por Djavan, utiliza a paisagem do sertão nordestino como metáfora para a solidão e o amor não correspondido. Imagens como “esse matagal sem fim” e “esse rio seco” não apenas descrevem o ambiente árido, mas também refletem a aridez emocional de quem ama em segredo. O cenário reforça o sentimento de abandono e a dificuldade de expressar sentimentos em um contexto de isolamento.
A letra, inspirada pela melodia de Dominguinhos, revela a dor de um amor unilateral. O verso “O retrato da minha vida é amar em segredo” mostra um personagem que vive à sombra de um sentimento não compartilhado, enquanto “a esperança é quem me abriga” indica que, apesar da indiferença, ainda existe o desejo de mudança. O trecho “Mas e você o que faz que não repara no chão por onde tem que passar e pisa em meu coração?” destaca a insensibilidade da pessoa amada, que segue sua vida sem perceber o sofrimento causado.
Mesmo com o tom melancólico, há espaço para esperança, como em “esses campos não tardam em florir”, sugerindo que, assim como a terra seca pode florescer, o amor pode um dia ser correspondido. A música equilibra resignação e expectativa, usando o sertão como símbolo de resistência e esperança diante das adversidades emocionais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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