
Doidinho, Doidinho
Dominguinhos
Alegria e paquera no forró de “Doidinho, Doidinho”
Em “Doidinho, Doidinho”, Dominguinhos transforma uma cena típica do forró nordestino em uma celebração vibrante do desejo e da alegria coletiva. A repetição da palavra “doidinho” transmite o entusiasmo do narrador, que se deixa levar pelo clima animado da festa e pelo encanto diante da morena que dança. O ambiente descrito na letra, a casa de Biu, representa o espaço tradicional do forró, onde música e dança criam uma atmosfera de liberdade e descontração, características marcantes do gênero que Dominguinhos ajudou a popularizar.
A imagem da “linda morena com a saia bem rodada” rodopiando e “machucando o coração” do narrador reforça o clima de paquera e admiração, elementos centrais nas festas de forró. O verso “Piso direitinho, mas não passo pé pela mão” mostra o esforço do narrador em manter o respeito e o controle, mesmo tomado pela empolgação. Já a menção aos “cabras embriagados” que “não sabem nem dançar” traz um tom bem-humorado e realista, mostrando que a festa é inclusiva e acolhe todos, independentemente da habilidade na dança. No fim, a música celebra o encontro, a alegria simples e o calor humano das festas populares do Nordeste, destacando a importância desses momentos para a cultura regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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