
Petrolina Juazeiro
Dominguinhos
Memórias e saudade em “Petrolina Juazeiro” de Dominguinhos
“Petrolina Juazeiro”, interpretada por Dominguinhos, retrata a forte ligação afetiva com as cidades de Petrolina e Juazeiro, separadas apenas pelo rio São Francisco. Logo no início, o verso “Na margem do São Francisco nasceu a beleza / E a natureza ela conservou” ressalta a importância do rio e da paisagem para a identidade do narrador, mostrando como o ambiente molda memórias e sentimentos. A ponte que liga as duas cidades é apresentada como símbolo de união, não só física, mas também emocional, reforçando o vínculo entre os moradores das duas margens.
A canção traz lembranças nostálgicas da infância, como em “Atravessava a ponte, que alegria! / Chegava em Juazeiro, Juazeiro da Bahia” e “Ainda lembro que nos tempos de criança / Esquisita era a carranca / E o apito do trem”. Esses trechos evocam cenas do cotidiano sertanejo, como o movimento dos barcos no rio e o som do trem, elementos marcantes para quem cresceu na região. Composta por Jorge de Altinho e Francisco da Costa Agra, a música foi eternizada por Dominguinhos e valoriza o forró tradicional, transmitindo orgulho e carinho pelas cidades. O sentimento de pertencimento e saudade é resumido no verso final: “Eu gosto de Juazeiro, e adoro Petrolina”, celebrando a geografia e as memórias que unem quem vive às margens do São Francisco.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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