
Saudade Imprudente
Dominguinhos
Memórias e afetos do sertão em “Saudade Imprudente”
Em “Saudade Imprudente”, Dominguinhos explora um sentimento que foge ao controle, mostrando como a saudade pode ser intensa e inesperada. O título já indica essa emoção que invade o peito sem pedir licença. A letra traz imagens marcantes do cotidiano do sertão, como em “quando alegre um roxinol cantava pelo arrebol” e “sentelhas do Sol penetravam na palhoça”, reforçando a ligação afetiva com a vida simples do interior. Essas referências são típicas das composições de José Marcolino, parceiro de Dominguinhos, que sempre buscou retratar a essência da vida rural nordestina.
A música valoriza detalhes do dia a dia, como a casa de palha voltada para o norte, uma menção à crença popular de que essa posição traz sorte e felicidade. O verso “conversa sem protocolo, de fácil vocabulário” destaca a espontaneidade e a simplicidade das relações humanas no campo, em contraste com a formalidade da vida urbana. Ao citar “contar mês de 31 na dobra da minha mão”, a canção mostra a criatividade e a praticidade do homem do campo para lidar com o tempo e a rotina. Assim, “Saudade Imprudente” se apresenta como um retrato nostálgico e acolhedor de um modo de vida simples, mas cheio de afeto, memória e pertencimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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