
Folia no Matagal
Eduardo Dusek
Erotismo lúdico e natureza em “Folia no Matagal”
“Folia no Matagal”, de Eduardo Dusek, destaca-se por transformar elementos da natureza em personagens sensuais, usando metáforas ousadas para criar um clima de erotismo leve e divertido. Trechos como “o mar passa saborosamente a língua na areia” e “a lua é uma mulher muito fogosa que vem nua, sacudindo e brilhando inteira” trazem duplo sentido explícito, sugerindo encontros amorosos e desejos latentes. O tom é sempre de brincadeira e irreverência, típico das marchinhas carnavalescas, o que torna o tema da sexualidade acessível e descontraído.
A parceria entre Eduardo Dusek e Luiz Carlos Góes se destaca pelo humor e pela sátira, evidentes no diálogo entre os coqueirinhos: “Você me amará eternamente? Ou amanhã tudo já se acabou?”. O matagal responde com ironia: “Nada acabará – nada ainda começou!”, reforçando a ideia de que o desejo e a paixão são cíclicos e sempre renovados. No final, a lua “louca de desejo” se entrega ao céu, simbolizando a celebração da sensualidade e da liberdade, sem culpa ou repressão. A música convida o ouvinte a enxergar a natureza como reflexo dos impulsos humanos e a se divertir com as possibilidades do desejo, sempre com leveza e bom humor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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