Aliens
Édra Norr (Elayne Baeta)
Invisibilidade e humor irônico em “Aliens” de Édra Norr
Em “Aliens”, Édra Norr (Elayne Baeta) aborda a sensação de invisibilidade de forma leve e irônica. A letra brinca com a ideia de “explodir tudo no seu ecossistema” para tentar chamar a atenção de alguém que parece enxergar tudo, menos quem está bem à sua frente. A metáfora dos “aliens” e das “novelas de antena” reforça esse distanciamento: a pessoa amada vive em seu próprio mundo, distraída por interesses excêntricos ou banais, enquanto a narradora se sente ignorada e deslocada, quase como uma presença alienígena na vida do outro.
A música tem uma ligação direta com o livro “O Amor Não é Óbvio”, refletindo as experiências das personagens que também buscam ser vistas e reconhecidas. A repetição do verso “que pena, que não eu, que não garotas e que não eu” destaca a frustração de não ser escolhida ou notada. No entanto, o tom descontraído e sarcástico da letra impede que o tema se torne pesado. Assim, “Aliens” transforma a dor da invisibilidade em uma reflexão bem-humorada sobre expectativas, mudanças e a busca por reconhecimento, tanto no universo musical quanto no literário de Édra Norr.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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