
Que Nem Vem-Vem
Elba Ramalho
Tradição e alegria nordestina em “Que Nem Vem-Vem”
“Que Nem Vem-Vem”, de Elba Ramalho, é uma homenagem vibrante à cultura nordestina e às festas populares da região. A expressão “que nem vem-vem” faz referência tanto ao brinquedo ioiô quanto ao movimento animado do forró, simbolizando o vai e vem contagiante das danças típicas. A música utiliza esse termo para transmitir a energia e a alegria presentes nas celebrações do Nordeste.
A letra destaca instrumentos tradicionais como a sanfona e a zabumba, além de citar Jackson do Pandeiro, conhecido como o “Rei do Ritmo”, reforçando a importância dos mestres da música regional. Trechos como “meu canto tem um chapo-chapo de uma cuia” e “as manhas que o mestre Louro plantou” valorizam a transmissão de saberes e a continuidade das tradições. Versos como “festejar que nem passarim no Xerém” e “namorar com as batidas da zabumba” evocam imagens de festas animadas e encontros cheios de vida. A repetição de “tum, tum, tum, bate, bate meu coração” conecta a emoção da música ao ritmo do forró, mostrando como a cultura nordestina é celebrada de forma intensa e apaixonada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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