
Mentirosa
Elefante
Desilusão e superação no fim de "Mentirosa" do Elefante
Em "Mentirosa", da banda Elefante, a repetição de palavras como “mentirosa”, “traicionera” e “embustera” destaca a intensidade da decepção do narrador e sua necessidade de expor a falsidade vivida. Ao repetir esses termos, ele busca não só nomear a dor, mas também dar um ponto final ao sofrimento. O verso “Si la Luna no es de queso / Ni las nubes de algodón” (“Se a Lua não é de queijo / Nem as nuvens de algodão”) usa metáforas para mostrar que o narrador reconhece ter acreditado em ilusões e mentiras, mas agora enxerga a realidade sem idealizações.
A música foi inspirada por uma experiência real de traição amorosa, o que fica claro na letra. O narrador deixa evidente que não aceita mais desculpas ou pedidos de perdão, pois percebe que até as lágrimas da outra pessoa são falsas: “Esas lágrimas son falsas / Como falso fue tu amor” (“Essas lágrimas são falsas / Assim como foi falso o seu amor”). A decisão de seguir em frente é definitiva, expressa em frases como “Vete por donde llegaste / Y ojalá te vaya bien” (“Vá por onde você chegou / E tomara que você fique bem”) e “Este cuento se acabó” (“Essa história acabou”). A canção transforma a dor da desilusão em um ato de autovalorização e encerramento, ao mesmo tempo em que o narrador admite sua vulnerabilidade ao dizer “el tonto he sido yo” (“o bobo fui eu”).
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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