
Viva (part. Rael da Rima)
Emicida
Orgulho e resistência nas ruas em "Viva (part. Rael da Rima)"
Em "Viva (part. Rael da Rima)", Emicida inicia com a repetição de "é nóiz", expressão que vai além de um simples bordão. Aqui, ela representa pertencimento e união, reforçando a identidade coletiva das periferias urbanas. Emicida usa essa frase para afirmar a força e a autenticidade de quem vive à margem, mas encontra orgulho e alegria em sua própria cultura. O verso "Sou rueiro tipo cão vira-lata" traz uma metáfora direta: o artista se compara ao animal que sobrevive nas ruas, adaptando-se e resistindo sem perder a dignidade, o que reflete a realidade de superação das comunidades periféricas.
A música valoriza as conquistas do dia a dia e a cultura de rua, como mostram versos como "Maloqueiro com louvor" e "Sorriso das rua, nossa vitória". Emicida e Rael da Rima destacam elementos do cotidiano, como o pancadão, o pagode, as lajes e os carrinhos de rolimã, mostrando que felicidade e orgulho estão presentes nas pequenas vitórias e na convivência comunitária. No trecho "Jornais me chamam de matador / E é o que quero ser, aquele que mata a dor", há um jogo de palavras: enquanto a mídia pode associar o rapper à violência, ele subverte essa imagem, dizendo que seu objetivo é eliminar o sofrimento. Assim, "Viva" se consolida como um hino de resistência, alegria e autoafirmação, celebrando a vida e a cultura das periferias brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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