
Final Dos Tempos
Emicida
Ironia cotidiana e crítica social em “Final Dos Tempos”
Em “Final Dos Tempos”, Emicida usa a ironia para mostrar como o apocalipse pode ser encarado como apenas mais um compromisso na rotina moderna. Inspirado pela série “Good Omens”, o rapper brinca com a ideia de que o bem e o mal estão tão misturados que se tornam quase inseparáveis, como no verso: “O bem e o mal se enrosca como um arabesco”. O videoclipe, em que Emicida joga xadrez contra si mesmo, reforça essa dualidade e sugere que, no fim, todos compartilham o mesmo destino.
A música faz uma crítica social direta ao mostrar o vício em tecnologia e a indiferença diante de problemas sérios. Isso fica claro no trecho: “Ninguém vai ver, todo mundo vai tá no celular”, que ironiza como as pessoas estão distraídas até mesmo diante do fim do mundo. Emicida também questiona a preocupação superficial com o meio ambiente e outros temas importantes, mas logo aponta a tendência de tratar tudo com leveza ou desdém, como ao mencionar selfies em meio ao caos. O refrão, “salvos mesmo, nenhum de nós”, deixa claro que ninguém está imune às consequências das próprias escolhas. O tom debochado serve para alertar: se continuarmos vivendo no automático, o fim pode chegar sem que ninguém perceba.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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