
Sol de Giz de Cera (part. Tulipa Ruiz)
Emicida
Paternidade e imaginação em “Sol de Giz de Cera” de Emicida
“Sol de Giz de Cera (part. Tulipa Ruiz)”, de Emicida, explora de forma sensível a relação entre pai e filha, mostrando como o cotidiano pode se transformar em uma aventura cheia de afeto e criatividade. Emicida utiliza referências a personagens heroicos, como “rei, pirata e samurai” e “Dom Quixote doidão, de espada na mão”, para ilustrar como, aos olhos da filha, ele assume papéis fantásticos. Isso reforça a ideia de que a paternidade ativa envolve imaginação e entrega, tornando o convívio familiar mais rico e divertido. A participação da filha de Emicida, Estela Vergílio, na gravação, traz ainda mais autenticidade e intimidade à canção, aproximando o ouvinte da experiência real do artista.
A letra mistura cenas do dia a dia, como “cada pé de feijão que brotou no algodão” e “joelho ralado e eu atrás tipo um velho”, com elementos do universo infantil, como brincadeiras e pequenas descobertas. O verso “Eu vi que o mundo pode ser velho e novo ao mesmo tempo” resume a troca entre gerações: a filha redescobre o mundo com curiosidade, enquanto o pai revive a infância e aprende a valorizar os detalhes simples. O refrão “Pa pa pa para” reforça o clima de brincadeira e cumplicidade, enquanto a menção à “mistura” ao voltar para casa remete ao cuidado e ao carinho presentes na rotina familiar. Assim, a música celebra a presença paterna carinhosa e ativa, mostrando como o amor e a imaginação podem colorir a vida cotidiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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