
Mundo (part. Sérgio Saas)
Facção Central
Crítica social e esperança em "Mundo (part. Sérgio Saas)"
A música "Mundo (part. Sérgio Saas)", do Facção Central, faz uma crítica direta à exploração global e à desigualdade, mas também traz uma mensagem de esperança e transformação. O verso “Escravos de Hong-Kong fabricam a TV japonesa / Tênis americano, mão escrava chinesa” denuncia como grandes empresas multinacionais se aproveitam do trabalho precarizado em países pobres, mostrando o lado sombrio da globalização. A letra também destaca o papel da tecnologia na ampliação das injustiças, como em “A ignorância ganhou software, processador / HD pra armazenar o Circo do Horror”, indicando que avanços tecnológicos podem ser usados para perpetuar a desinformação e o sofrimento.
A canção aborda ainda o racismo e a exclusão social, como no trecho “Não levantamos mais no ônibus pro branco sentar / Mas no elevador social não podemos entrar”, mostrando que, apesar de algumas conquistas, o preconceito ainda está presente no cotidiano. O refrão, interpretado por Sérgio Saas, e versos como “A segunda vida acontece todo dia em cada parto” trazem uma dimensão espiritual, sugerindo que a mudança começa em cada pessoa. A música reforça que a transformação social depende da ação coletiva e da crença na superação, como em “O azarão que acredita vence a corrida / Quando o time rico viu a zebra, pobre dar a volta olímpica!”. Assim, "Mundo" equilibra denúncia e esperança, incentivando a luta por justiça mesmo diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Facção Central e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: