
Onde Houver Fé, Que Eu Leve A Dúvida
Falcão
Crítica à hipocrisia religiosa em “Onde Houver Fé, Que Eu Leve A Dúvida”
A música “Onde Houver Fé, Que Eu Leve A Dúvida”, de Falcão, faz uma crítica bem-humorada à rigidez e à hipocrisia presentes em certos discursos religiosos. O título já indica a inversão de valores ao brincar com a estrutura da tradicional "Oração de São Francisco", sugerindo levar a dúvida onde normalmente se espera fé. Falcão usa o humor para questionar dogmas e comportamentos, subvertendo expectativas ao propor a dúvida como ferramenta de reflexão.
A letra é marcada por trocadilhos e duplos sentidos, como em “Eu não bebo, não fumo, não cheiro / Não danço, não jogo, nem namoro em pé / Mas no caminho que eu estou vou me acabar na mão”, onde o artista ironiza a repressão e a moralidade imposta. Outro exemplo é o verso “Porque é dando que se recebe”, que, no contexto da música, ganha um sentido sexual, diferente do significado altruísta da oração original. Falcão também exagera práticas religiosas, como em “eu encho o bucho de hóstia / E até como bosta pra pagar promessa”, para expor o absurdo de certos rituais e a distância entre discurso e prática, como em “Eu peco, eu fresco, eu minto / Eu caio em tentação”. Assim, a música usa o humor para estimular o questionamento e mostrar que a dúvida pode ser tão importante quanto a fé.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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