
As Bonitas Que Me Perdoem, Mas A feiúra É De Lascar
Falcão
Humor e crítica aos padrões em “As Bonitas Que Me Perdoem, Mas A feiúra É De Lascar”
A música “As Bonitas Que Me Perdoem, Mas A feiúra É De Lascar”, de Falcão, faz uma sátira bem-humorada sobre o estigma da feiúra, transformando o que seria motivo de vergonha em orgulho e diversão. Falcão utiliza referências a figuras conhecidas, como Hebe Camargo e Francisco Cuoco, para criar trocadilhos e situações absurdas, como no verso “Um horror de gente diz que a cara d'um / É o cú do outro”. Essas personalidades não são citadas por acaso: Hebe, famosa por seu humor, e Cuoco, símbolo de galã, reforçam o contraste entre beleza e feiúra de forma caricata, mostrando a intenção de Falcão de valorizar a feiúra de maneira irreverente.
A repetição da frase “Não é verdade / Que mulher feia só sirva pra peidar em festa” ironiza preconceitos e estereótipos, subvertendo-os ao afirmar que a feiúra pode ser um charme irresistível. O trecho “Mas é porque eu sou feio, que eu sou lindo / Imagine se eu não fosse” resume a inversão de valores proposta pela música, onde o feio se torna belo por sua autenticidade e autoconfiança. O pedido cômico “Amigo, faça uma caridade a mim / Por favor me coma” reforça o tom descontraído e escrachado, ao mesmo tempo em que satiriza a busca por aceitação. Assim, Falcão transforma a feiúra em motivo de celebração, usando o humor para questionar padrões de beleza e provocar o riso, sem perder a leveza característica de sua obra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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