
O Dinheiro Não É Tudo Mas É 100%
Falcão
Crítica bem-humorada à política em “O Dinheiro Não É Tudo Mas É 100%”
Em “O Dinheiro Não É Tudo Mas É 100%”, Falcão usa o humor e a ironia para criticar a centralidade do dinheiro na política brasileira. O título já antecipa o tom sarcástico da música, sugerindo que, apesar dos discursos éticos, o dinheiro é o verdadeiro motor das relações de poder. A letra faz brincadeiras com operações matemáticas, como “2 mais 2 são 4” e “2 mais 2 nunca é 4”, para mostrar como a lógica e a ética são distorcidas conforme os interesses dos políticos.
O verso “1000 meu com 1000 seu é a comissão / Que o tesoureiro se assusta / Mas passa o recibo / Diz que não está por dentro e tira 10%” faz referência direta ao desvio de verbas e à prática de propina, usando o humor para expor como a corrupção se tornou algo naturalizado. Já o trecho “Entrar na vida legislativa / Puxar o trem com a caneta / Cheio de parentes, de agregados, de aderentes, etc e tal” satiriza o nepotismo e o clientelismo, mostrando como cargos e benefícios são distribuídos entre familiares e aliados. Expressões como “legal que só!” reforçam o tom de deboche, evidenciando como essas práticas são vistas como normais por quem se beneficia delas. Mesmo com um tom leve e bem-humorado, Falcão deixa clara sua crítica: o sistema político é manipulado em benefício próprio, e o dinheiro, embora "não seja tudo", é tratado como indispensável para o funcionamento desse sistema.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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