
G.R.E.S. Eu E Meu Cachorro
Falcão
Crítica política bem-humorada em “G.R.E.S. Eu E Meu Cachorro”
A música “G.R.E.S. Eu E Meu Cachorro”, de Falcão, faz uma sátira direta ao cenário político brasileiro ao comparar o Congresso Nacional a uma escola de samba durante o carnaval. O título já estabelece essa relação ao usar a sigla “G.R.E.S.” (Grêmio Recreativo Escola de Samba), sugerindo que as sessões parlamentares são tão caóticas e performáticas quanto um desfile carnavalesco. O cachorro, personagem que acompanha o narrador, funciona como um observador inocente e irônico, reforçando o tom de deboche ao comentar situações como “tem alguém passando mal” diante da gritaria dos políticos.
A letra utiliza trocadilhos e expressões populares, como “bate-boca verbal” e “votação oral”, para ironizar o linguajar e as práticas do Congresso. O humor característico de Falcão aparece ao mostrar que, apesar de toda a confusão e discussões, “terminou tudo igual” e todos acabam cantando o Hino Nacional, como se nada tivesse mudado. Essa repetição do ciclo político, em que muito se discute e pouco se resolve, é o principal alvo da crítica da música. Ao transformar o Congresso em um bloco carnavalesco, Falcão evidencia o absurdo e a teatralidade da política brasileira, mantendo o tom leve e descontraído que marca sua obra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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