
Quem Nasce Para Tatu Morre Cavando
Falcão
Crítica social bem-humorada em “Quem Nasce Para Tatu Morre Cavando”
A música “Quem Nasce Para Tatu Morre Cavando”, de Falcão, usa o humor e ditados populares para abordar a ideia de que cada pessoa tem um destino ou uma natureza difícil de mudar. O artista faz críticas sociais ao mostrar, de forma irônica, como as diferenças de classe no Brasil são profundas e persistentes. Um exemplo disso está no verso: “Quem nasceu pra Rockfeller nunca será Silva nem Souza”, que evidencia a distância entre quem nasce em famílias ricas e quem pertence à maioria da população, representada por sobrenomes comuns.
Falcão também utiliza comparações como “o que é cachorro não é raposa” e “o que é rapariga não é esposa” para reforçar que certas características são fixas e não mudam, mesmo que as aparências possam enganar. Ele exemplifica isso ao citar que “açúcar, sal e farinha são todos brancos”, mas têm essências diferentes. O tom irônico e coloquial da letra, marca registrada do artista, transforma a música em uma crítica divertida, mas que convida à reflexão sobre desigualdades e estigmas sociais, mostrando como a sociedade tende a manter cada um em seu lugar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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