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“Masquerade”: máscaras, brilho e medo sob a celebração

“Masquerade” abre o segundo ato como um baile de Ano-Novo no foyer da Ópera Garnier, com um novo lustre brilhando onde o anterior caiu. A festa proclama liberdade, mas o refrão expõe o fingimento: “hide your face, so the world will never find you” (esconda seu rosto, para que o mundo nunca encontre você). A letra empilha imagens de disfarce: “paper faces on parade” (rostos de papel em desfile), “every face a different shade” (cada rosto, um tom diferente) e “there’s another mask behind you” (há outra máscara atrás de você) sugerem personas em camadas. A euforia vira desumanização no carrossel: “take a ride on the merry-go-round / in an inhuman race” (dê uma volta no carrossel / em uma corrida desumana). O convite sensorial “drink it in... till you’ve drowned / in the light, in the sound” (absorva tudo... até se afogar / na luz, no som) revela o entorpecimento coletivo. As cores hipnóticas “grinning yellows, spinning reds” (amarelos sorridentes, vermelhos girando) convivem com “seething shadows, breathing lies” (sombras fervilhantes, mentiras que respiram). Até a fuga é ambígua: “run and hide, but a face will still pursue you” (corra e se esconda, mas um rosto ainda vai perseguir você) é o Fantasma e também a verdade insistente.

A narrativa confirma a tensão sob o brilho. Após “six months of relief” (seis meses de alívio), erguem-se brindes — “Here’s a toast... To the new chandelier” (Um brinde... ao novo lustre) — e a esperança de paz: “No more notes, no more ghosts” (sem mais bilhetes, sem mais fantasmas). Mas o sussurro revela o segredo: “Think of it, a secret engagement” (pense nisso, um noivado secreto) e a hesitação de Christine — “What are you afraid of?” (do que você tem medo?). A ilusão se rompe com a entrada do Fantasma, mascarado de Morte Vermelha, impondo “Don Juan Triunfante” e retomando o controle sobre Christine. Assim, sob máscaras, cores e sorrisos, a música expõe identidades ocultas e uma perseguição que não cessa — cena tão marcante que virou referência pop, reprisada em O Mundo Sombrio de Sabrina.

Composição: Andrew Lloyd Weber / Charles Hart. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Erika e traduzida por Marcela. Legendado por Natalia. Revisões por 4 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.



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