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Cafajeste
Francisco Alves
Sou cafajeste, sou mesmo a peste
Que todo mundo já nem quer olhar
Mas a mulata que me maltrata
Do vagabundo [?] chega até zombar
É que a caboca só tem na boca
Cheiro de jambo, cheiro tão bom
É mais valente, muito mais que a gente
Porque só fere o meu coração
Não há valente, nem valentão
Quando a gente tem coração
[?] trigueira, cheirosa ou não
Passa rasteira, joga no chão
Não há valente, nem valentão
Quando a gente tem coração
[?] trigueira, cheirosa ou não
Passa rasteira, joga no chão
Composição: Henrique Vogeler. Essa informação está errada? Nos avise.



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