
Tô Feliz (Matei O Presidente)
Gabriel O Pensador
Crítica social e ironia em "Tô Feliz (Matei O Presidente)"
"Tô Feliz (Matei O Presidente)", de Gabriel O Pensador, usa uma narrativa fictícia e irônica sobre o assassinato do presidente Fernando Collor para expressar a revolta popular diante da corrupção e das promessas não cumpridas no início dos anos 1990. O verso “Ele ganhou a eleição e se esqueceu do povão / E uma coisa que eu não admito é traição / Prometeu, prometeu, prometeu e não cumpriu / Então eu fuzilei, vá pra puta que o pariu” deixa claro o sentimento de traição e frustração que marcou o período do impeachment de Collor, transformando o ato simbólico de "matar o presidente" em um grito por justiça e mudança.
A letra é marcada por um tom crítico e direto, trazendo referências a escândalos políticos da época, como em “É Magri, é Zélia / É Alceni com bicicleta e guarda-chuva / LBA, Previdência, chega dessa indecência”. O clima de insatisfação coletiva aparece na celebração popular após o "crime", com cenas de festa e união entre rivais, como jogar futebol com a cabeça do presidente. O sarcasmo e as expressões populares, exemplificados em “Bonita camisa, Fernandinho! / Você nessa roupa de madeira tá bonitinho”, aproximam a música do público e reforçam sua função como hino de protesto e liberdade de expressão, mesmo enfrentando censura na época.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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