
A Felicidade
Gal Costa
A efemeridade da alegria em "A Felicidade" de Gal Costa
"A Felicidade", interpretada por Gal Costa, aborda de forma clara a ideia de que a felicidade é passageira, enquanto a tristeza parece persistente. Logo no início, o verso “Tristeza não tem fim, felicidade sim” apresenta esse contraste, que se repete ao longo da música. Imagens como a pluma levada pelo vento e a gota de orvalho que brilha e logo cai reforçam como os momentos felizes são delicados e dependem de fatores externos, podendo desaparecer rapidamente.
O carnaval, citado na letra, ganha destaque como símbolo dessa felicidade breve: “A felicidade do pobre parece a grande ilusão do carnaval”. Aqui, a canção faz uma crítica social ao mostrar que muitos brasileiros trabalham o ano inteiro por um curto período de alegria e fantasia, que termina na Quarta-feira de Cinzas. Esse contexto, ligado ao filme "Orfeu Negro" e à história da música, reforça a ideia de que a felicidade coletiva é construída sobre sonhos passageiros, enquanto a tristeza faz parte do cotidiano.
Apesar disso, a música também traz esperança, como no trecho “A minha felicidade está sonhando nos olhos da minha namorada”. Esse momento mostra que, mesmo sendo breve, a felicidade pode ser encontrada em pequenos gestos de amor e cumplicidade. Assim, "A Felicidade" equilibra a reflexão sobre a fugacidade da alegria com a valorização dos momentos simples, tornando-se um retrato acessível e sensível da busca humana pela felicidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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