
Vento
Gal Costa
A relação entre natureza e emoção em “Vento” de Gal Costa
Em “Vento”, Gal Costa transforma o vento em um personagem central, atribuindo a ele características humanas e simbólicas. O vento é chamado de “pastor da curva do mar”, “meu verdadeiro lar” e “meu mestre, meu irmão”, mostrando como ele representa tanto a força da natureza quanto sentimentos humanos como amor, saudade e a busca por pertencimento. Essa personificação faz com que o vento seja visto não apenas como um fenômeno natural, mas como um guia e companheiro na jornada da vida.
A música também sugere conexões com elementos mitológicos e naturais. Referências à “flauta de Pã” aparecem de forma indireta, evocando a ideia de harmonia com o mundo e um tom místico. O vento é descrito como “voz do coqueiro” e “vida da vela”, reforçando seu papel de mensageiro e agente de transformação. Nos versos finais, “vento sem tema e sem ilusão, sem Deus e sem razão, bafo de estrelas, sopro no coração”, o vento é apresentado como livre e misterioso, capaz de tocar profundamente quem o sente. Assim, a canção celebra o vento como símbolo de liberdade, inspiração e renovação, conectando o ouvinte à natureza e às próprias emoções.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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