
Folha Morta
Gal Costa
Solidão e vulnerabilidade em “Folha Morta” de Gal Costa
Em “Folha Morta”, Gal Costa interpreta uma canção marcada pela metáfora da folha levada pela correnteza, que simboliza abandono, solidão e a sensação de não ter controle sobre o próprio destino. O verso “Hoje sou folha morta / Que a corrente transporta” expressa claramente esse sentimento de desamparo, um tema recorrente nas composições de Ary Barroso e intensificado pela entrega emocional de Gal Costa.
A letra narra uma trajetória de perdas e desilusões, como se vê em “Já tive amores, tive carinhos / Já tive sonhos / Os dessabores levaram minha alma / Por caminhos tristonhos”. O contraste entre um passado cheio de esperança e um presente marcado pelo sofrimento é evidente, reforçando a transformação emocional da personagem. O refrão “Oh, Deus, como eu sou infeliz” destaca a intensidade da dor, enquanto o pedido por “um minuto apenas / Pra mostrar minhas penas” revela o desejo de ser ouvido e compreendido. A interpretação de Gal Costa, reconhecida por sua expressividade e ligação com movimentos de resistência, aprofunda o tom introspectivo da música, tornando “Folha Morta” um retrato sensível da vulnerabilidade humana diante das perdas e da solidão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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