
Esquadros
Gal Costa
A solidão e a sensibilidade artística em “Esquadros”
Em “Esquadros”, Gal Costa explora a relação entre a sensibilidade artística e a experiência cotidiana. Ao citar “cores de Almodóvar” e “cores de Frida Kahlo”, a letra conecta a percepção da narradora à intensidade visual e emocional desses artistas, conhecidos por suas paletas marcantes. Essa referência mostra como a protagonista enxerga o mundo através de lentes artísticas, buscando significado e beleza nos detalhes do dia a dia, o que torna cada momento vivido uma experiência única e subjetiva.
A repetição dos versos “pela janela do quarto, pela janela do carro, pela tela, pela janela” reforça a ideia de que a narradora observa o mundo sempre mediada por algum tipo de barreira, seja física ou tecnológica. Isso sugere um certo distanciamento, como se ela estivesse sempre um passo afastada da realidade. A letra também aborda a solidão, evidenciada pelo questionamento sobre a ausência de amigos e de um amor, além da imagem de acordar sozinha. Assim, a música equilibra contemplação e melancolia, mostrando que, mesmo ao buscar sentido e conexão com o mundo, a protagonista enfrenta sentimentos de isolamento e distância, ainda que mantenha um olhar atento à beleza e à dor ao seu redor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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